Prefácio.

O que é uma história?

Gosto de pensar que não existem histórias inventadas. Não que isso seja uma regra universal, mas acredito que, geralmente, quando alguém “inventa”, “imagina” uma história, na verdade ela só esta contando algo que realmente aconteceu, por mais que, muitas das vezes, nem mesmo a própria pessoa saiba disso. E é assim que eu vejo as histórias: Fatos que ocorreram em outros lugares, bem diferentes de onde vivemos, por mais que, em alguma outras vezes, não nos pareçam tão diferentes assim.

Quem são os contadores de histórias?

O contador de histórias (e aqui incluo todos nós, habitantes desse pequenino planeta), é alguém que por algum momento e por algum motivo, tão maior que não conseguimos ver ou compreender direito, se desloca de nossa realidade e entra em contado com outras. Realidades inúmeras em dimensões infinitas. Lugares do espaço onde o que julgamos ser impossível é tão comum quanto assistir televisão aos domingos.
Algumas das grandes pessoas que já viveram aqui entre nós, nomearam alguns desses lugares como Fantasia, Sonho, Imaginação. Palavras tão bonitas e cheias de doces significados, que atualmente carregam o peso injusto de conotações várias, que não lhe são merecidas.

Aquele que conta uma história, então, de alguma maneira, o que aconteceu nesses outros lugares e  sente a vontade (necessidade) suficiente para compartilhar essa experiência com  outras pessoas. Por isso, quando lemos ou ouvimos uma história, quando nos entregamos a ela, esta acaba fazendo parte de nós, como se cada um fosse espectador da cena,  vendo tudo acontecer de perto. Não é por acaso que ao recordar uma história,  lembramos dos fatos do mesmo jeito que recordamos de coisas que aconteceram em nossas vidas. Vemos a história “fictícia” assim como vemos nosso passado. É por isso que essas duas palavras, história e passado, se relacionam tanto.

Uma história se resume a algo que já aconteceu?
Será possível uma história contar algo que ainda vai acontecer?

Acredito que os outros “mundos” e “dimensões” devem possuir formas e leis tão únicas, que nem consigo imaginar se um dia iremos compreender metade delas. Por mais que nós enxerguemos como agentes atuantes entre as diversas realidades, não há, por enquanto, como entendermos o processo. Simplesmente fazemos parte dele. E particularmente, acho que, por hora, isso já é conhecimento de bom tamanho.

Cada ponto, um conto.

Reservei esse pequeno domínio dentro da grande teia mundial, para contar pra vocês coisas que conheci aos poucos, sobre alguém que passou por situações muito parecidas com as que eu mesmo vivi. É incerto o lugar do espaço no qual essa pessoa se encontra, mas onde quer que esteja, tenho muito carinho por ela e por sua história.

Sinceramente, não posso afirmar se esta é uma boa história para se ouvir, porém tenho a certeza de que vale a pena ser contada.

(Lennon Uriel)

Anúncios

Uma resposta

  1. liviachar

    Talvez você nunca veja isso.

    Não vou te contar nada (pelo menos assim planejo) porque isso é mais pra mim do que pra você. Mas, óbvio, assim como meu respirar, é você a razão de tudo. Não sei o que aconteceu comigo hoje mas eu chorei, chorei, chorei demais no banheiro da igreja. Senti saudades, senti forças ruins ao meu redor. Achei que fosse morrer de verdade de tanta saudade.

    Eu te amo. Não esquece. Espero que um dia, daqui há, tomara, um bom tempo, você me pergunte o porquê de tudo que pretendo te dizer.

    maio 21, 2011 às 18:38

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s